Antes de acordo de R$ 30 mil, Isis Valverde tentou barrar benefício de Justiça gratuita da ex-funcionária

A atriz Isis Valverde tentou, por meio de sua defesa, revogar o benefício da Justiça gratuita concedido à ex-cozinheira que a processou na Justiça do Trabalho antes de as partes firmarem um acordo de R$ 30 mil. Os advogados da atriz alegaram que a ex-funcionária não preenchia os requisitos para receber o benefício e também contestaram os valores cobrados na ação, classificando-os como incompatíveis com a realidade.
A ex-funcionária pedia R$ 385.233,56, afirmando que trabalhou por mais de sete anos na residência da atriz, com jornadas que chegavam a 12 horas diárias e apenas cerca de 20 minutos de intervalo para o almoço. Também alegou acúmulo de funções, além do pagamento de horas extras, diferenças de FGTS, multa rescisória e indenização por danos morais. A defesa de Isis negou todas as acusações e sustentou que a jornada e as atividades eram compatíveis com o contrato de trabalho.
Antes da sentença, as partes chegaram a um acordo judicial de R$ 30 mil, dividido em seis parcelas de R$ 5 mil. Do valor total, R$ 21 mil foram destinados ao intervalo intrajornada, R$ 6,5 mil a danos morais e R$ 2,5 mil à multa prevista na CLT. O acordo foi firmado sem reconhecimento de culpa por parte da atriz, encerrando a disputa judicial.



