Política

Wilder Morais (PL) confirmou sua pré-candidatura ao governo de Goiás para as eleições de 2026.

O Senador Wilder Morais (PL) confirmou oficialmente sua pré-candidatura ao governo de Goiás para as eleições de 2026, durante uma reunião com a cúpula do PL nesta segunda -feira 17/11

Wilder, que também preside o PL em Goiás, afirmou que o partido lançará chapas completas: governo, Senado, Assembleia Legislativa

Ele defendeu a força do PL no estado, dizendo que a sigla é “o maior partido de Goiás” e ressaltou a importância de construir bases sólidas nos 246 municípios goianos.

Como parte dessa mobilização, ele lançou a iniciativa “Rota 22”, que prevê percorrer todo o estado para fortalecer a legenda local e consolidar o projeto eleitoral.

Na mesma reunião em que confirmaram isso, o PL decidiu que Gustavo Gayer será o candidato ao Senado.

Wilder afirma que o partido está se organizando para ter “chapa completa”: Governo, Senado, e Assembleia Legislativa de Goiás, e Câmara dos Deputados.

Ele disse que o PL vai fazer seminários e encontros regionais por todo o estado para fortalecer a base.

Há relatos de isolamento de Wilder dentro do próprio PL.  poucos prefeitos do partido estariam declarando apoio a ele para governador.

Também existem vozes dentro do partido que duvidam que ele realmente vá até o fim: o ex-deputado Vilmar Rocha afirmou que “não vê apetite” dele para disputar o governo, dizendo que Wilder, na verdade, prefere continuar no Senado.

Apesar de reafirmar a candidatura, Wilder admitiu publicamente que pode recuar e compor com a base do governador Ronaldo Caiado (União Brasil), cujo pré-candidato ao governo é Daniel Vilela (MDB).

Se recuar, o PL poderia pleitear uma vaga na vice de Daniel Vilela ou no Senado.

Uma pesquisa recente (AtlasIntel) indica que Daniel Vilela (MDB) lidera com folga — Wilder aparece bem atrás.

Outra pesquisa citada em documentos partidários sugere que Wilder tem uma posição desafiadora para se consolidar, com dificuldades de crescimento.

Wilder afirma que há “determinação nacional” do PL para que tenham candidaturas majoritárias em estados, o que daria sustento à sua pré-candidatura.

Por outro lado, alguns membros do partido dizem que se as pesquisas não forem favoráveis, ele pode desistir (“se Wilder perceber que vai se tornar o Fred Rodrigues 2, aí ele pode cair fora” — segundo pessoas do PL

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