Uma intervenção militar pode estar para acontecer na Venezuela.

Os Estados Unidos mobilizaram três destróieres com sistema Aegis — USS Gravely, USS Jason Dunham e USS Sampson — nas águas próximas à costa venezuelana, oficialmente para operações de interdição contra o narcotráfico .
Como resposta, o governo de Nicolás Maduro anunciou a mobilização de entre 4 e 4,5 milhões de milicianos .Alegações e repercussões políticas
O vice-presidente venezuelano Delcy Rodríguez acusou os governos dos EUA, Brasil e Colômbia de estarem se preparando para uma intervenção militar .No entanto, analistas consideram que uma intervenção militar estrangeira, especialmente liderada pelos EUA, é improvável no curto ou médio prazo. As razões incluem a manutenção de alguma estrutura estatal na Venezuela, um sólido poder militar nacional, e o potencial impacto negativo de uma intervenção sobre a percepção pública (como reforçar a narrativa de “imperialismo” apoiando Maduro) .Embora estejamos vendo um aumento significativo de tensão militar e diplomática, com movimentações e retórica bélica evidente, não existem indícios de que uma intervenção militar aberta esteja a caminho. Em vez disso, parece haver uma escalada de pressão diplomática, econômica e política, junto com demonstrações de força mútua, sem um confronto real iminente.



