Trump afirma que EUA atacaram a Venezuela e anuncia captura de Nicolás Maduro

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (3) que forças militares norte-americanas realizaram um ataque em território venezuelano e capturaram o presidente Nicolás Maduro. O anúncio foi feito pelo próprio Trump em uma publicação nas redes sociais e, posteriormente, confirmado em declarações a jornalistas.
Segundo Trump, a operação teria ocorrido durante a madrugada e resultado na detenção de Maduro e de sua esposa, que, de acordo com o presidente americano, teriam sido retirados da Venezuela por via aérea. O republicano classificou a ação como “bem-sucedida” e disse que o objetivo seria “restaurar a democracia” no país sul-americano.
Até o momento, não há confirmação independente da captura de Maduro por parte de organismos internacionais, da Organização das Nações Unidas (ONU) ou de governos estrangeiros. A Casa Branca também não divulgou detalhes oficiais sobre a operação militar, como o local exato do ataque, o número de tropas envolvidas ou a base legal para a ação.
Na Venezuela, o governo classificou as declarações de Trump como uma “gravíssima agressão militar” e acusou os Estados Unidos de violar a soberania nacional. Autoridades em Caracas afirmaram que Maduro segue como presidente e denunciaram o que chamaram de “tentativa de desestabilização”. Relatos de moradores indicam que explosões foram ouvidas em áreas da capital, Caracas, e que houve interrupções no fornecimento de energia em algumas regiões.
A suposta ofensiva provocou forte repercussão internacional. Países da América Latina e da Europa pediram cautela e esclarecimentos, enquanto aliados do governo venezuelano condenaram qualquer tipo de intervenção militar. Especialistas alertam que uma ação desse porte pode elevar a tensão diplomática na região e gerar impactos políticos e econômicos imediatos.
Diante da falta de informações verificadas de forma independente, a situação segue envolta em incertezas. A expectativa é que os governos dos Estados Unidos e da Venezuela se pronunciem oficialmente nas próximas horas, enquanto a comunidade internacional acompanha o caso com atenção.



