Enem tem 70% de presença e aplicação tranquila. Gabaritos saem na quinta

Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) será usado, a partir de 2026, para a avaliação da qualidade do ensino médio no país, além de reconhecer as trajetórias individuais para fins de seleção e certificação. A novidade será implementada em cooperação entre o Inep e as redes de ensino estaduais, com o objetivo de fornecer um diagnóstico da educação básica brasileira. Outra novidade prevista são os estudos de viabilidade para aplicar o Enem em países do Mercosul também no próximo ano.
Os anúncios foram feitos neste domingo, 16 de novembro, pelo ministro Camilo Santana (Educação), durante coletiva de balanço do Enem 2025, ao lado do presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Manuel Palacios. No domingo, houve a aplicação das provas do segundo dia do exame.
QUALIDADE – Segundo Camilo Santana, o Inep realizou todos os estudos e definiu os padrões necessários para que o Enem possa implementar as novidades. “A motivação do aluno do 3º ano do ensino médio é fazer o Enem. Com essa mudança, vamos ter condições de avaliar com qualidade a aprendizagem do ensino médio. A ideia é que a prova seja a avaliação do ensino médio a partir de 2026”, explicou. Para o ministro, a medida vai garantir resultados mais eficientes e fidedignos do desempenho.
“Nós vamos trabalhar em 2026 para produzir uma avaliação da conclusão da educação básica e do Enem. Isso certamente colocará em outro patamar a aferição da qualidade da nossa educação básica, à medida que teremos estudantes mais motivados para a participação nessa avaliação, além de uma prova que cobre todas as habilidades e conhecimentos previstos na Base Nacional Comum Curricular”, destacou Manuel Palacios. Ao longo de 2025, o Inep elaborou uma proposta de padrões de aprendizagem e desempenho para o ensino médio



